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terça-feira, 12 de julho de 2011

Dores Crônicas: crônicas by me

Meninos e meninas ohakonbantiwa*,

Esta semana eu estive pensando em escrever algo aqui que pudesse mostrar um lado diferente da minha personalidade (que muitos dos meus amigos não conhecem). O fato de eu escrever num blog mostra o quanto sou apaixonada pelas letras, mas não o suficiente, por isso hoje vou postar uma crônica escrita por mim (preparem-se para vomitar) já que eu adoro escrever e inventar estórias (deprimentes). Se depois de lerem essa porcaria, vocês quiserem me xingar e me convencer de que eu não devo mais tentar fazer isso é para isso que serve os comentários. Se quiserem me agredir pessoalmente, challenge accepted, mas já vou avisando que usarei Kawarimi no jutsu*!

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Era o dia do aniversário dele e ela estava tão ansiosa em vê-lo e abraçá-lo felicitando pelos seus 18 anos que mal havia dormido.

Ao chegar à sala de aula sentou-se na carteira ao lado da dele como costumeiramente fazia e assim que ele se aproximou ela exclamou enérgica:

- Feliz aniversário!!

Depois deste discurso decorado ter sido finalmente exposto, foi que ela pôde olhá-lo nos olhos e ver sua expressão pensativa e tristonha, até um pouco angustiada.

- O quê houve?- perguntou.

A intimidade adquirida através dos anos de convivência diária deixou-o tranquilo para contá-la o que lhe doía o coração. No dia anterior, ele havia surpreendido sua namorada, sua amada, aos beijos com seu primo, seu melhor amigo. Foi como um golpe traiçoeiro que o fez perder o chão. Enquanto narrava isto sua expressão foi ficando cada vez mais melancólica, seus olhos se enevoaram e uma lágrima escorregou por seu rosto.

Ela, penalizada, mal continha sua própria emoção de vê-lo tão frágil sofrendo, sofria também ao vê-lo sofrer, se aproximou do seu rosto e com o polegar afastou a lágrima.

Neste instante suas emoções a confundiram, e estando ali, tão próxima dele, ela não conseguiu esconder mais seu sentimento e o beijou.

Agora, dois anos após ter se apaixonado por ele e secretamente mantido aquele sentimento com medo de perder o amigo fiel que havia conquistado, seu companheiro de sonhos toscos e leituras inúteis, ela sem querer pôs sua amizade em cheque por não segurar dentro de si aquilo que sentia.

E foi aterrorizada por essa ideia que ela abriu os olhos, esperando ver a raiva e a repulsa nos olhos dele, e o viu tão surpreso e confuso quanto ela, com um olhar perdido buscando resposta nos dela.

Quando ela tentou explicar acordou com seu despertador gritando as seis horas. Emocionada com o sonho que teve lembrou-se mais uma vez de parabenizá-lo durante a aula. Ela não sabia, mas aquele sonho foi a última vez que o viu.



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*LOL, desculpa, mas eu tinha que escrever isto.

Pesquise no Google pra saber do que eu tô falando.


Essa é a garotinha mais tÃmida que conheço (pra quem não vomitou ainda, let's go!)
 (pra quem não vomitou ainda, let's go!)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A Thousand Suns: a thousand feelings

Hi,
Faz um tempo que eu não apareço por aqui, maaaaas eu tenho um bom motivo. Esse motivo é conhecido como universidade, mais precisa, aulas e mais aulas, conteúdo diverso e denso para ser apreendido em apenas quatro meses, um estágio e meu cérebro virando torrada!!

Toda essa confusão só resulta em uma coisa: cansaço. Aí, quando surge no horizonte um fim de semana, eu, diferente de qualquer universitário comum, não vou para o bar ou para a balada. Meu fim de semana se resume a ficar em casa assistindo anime, ou o jogo do Timão (quando passa na tv) e às vezes estudando. “Por que você não estuda o fim de semana todo?” se pergunta o leitor, e eu respondo: “Vai tentar estudar lá em casa...”

Mas voltando ao blog, depois da encorajada que ganhei do amigo M, resolvi retomar essa bagaça. Durante esses três últimos meses tive algumas ideias de posts mas nenhuma vingou pois como foi supracitado, meu cérebro virou uma torrada.

Então, para voltar sem nenhuma pretensão, resolvi falar da droga altamente viciante que tenho consumido nos últimos meses, o CD “A Thousand Suns” do Linkin Park. Quem conhece a banda, acompanhou sua discografia e escutou este CD deve estar perplexo e até mesmo indignado. Calma, pagodeiro, eu explico.

LINKIN PARK - análise ao "A Thousand Suns" -

O que acontece é que, quando surgiu, no começo dos anos 2000, o Linkin Park tinha uma pegada nu metal, com a junção maravilhosa do rock com o hip-hop. O som era agressivo e as letras transbordavam emoções confusas (quase sempre sombrias) de garotos de 20 e poucos anos.

Porém ao longo da discografia eles foram se transformando lentamente em uma espécie de ativistas experimentadores. O som foi amadurecendo e ganhando peculiaridades. “Minutes to Midnight” já não se assemelhava em nada com “Hybrid Theory”, mas houve aqueles que acreditavam na “recuperação” do estilo LP. Doce engano. “A Thousand Suns” chegou como uma “bomba atômica” aos corações daqueles que sonhavam com aquele tempo mais-que-perfeito do início do século (ai que saudades!).

No entanto, minha reação como fã foi completamente contrária. Ao escutar o primeiro single, eu senti a forte diferença, mas aquela música tão desesperada e ao mesmo tempo entusiasmante não saiu da minha mente (God bless us everyone...). Isso foi na época do SWU e eu estava tão animada para ir, conhecê-los, ouvi-los e gritar “Numb”, que essa música só representava mais uma das bests do LP para mim. Entretanto, a grana (como sempre) não ajudou e eu não pude ir à Itu. Só então eu fui conhecer o “novo CD” do Linkin.

Escutei a primeira vez on-line, que emoção!! Tinha algo naquelas músicas que me deixavam entorpecida. Com meu inglês não muito bom (principalmente para entender rap), fui atrás das letras, nova emoção. Toda aquela revolta, melancolia, crítica e até mesmo culpa salpicadas de esperança, envolvidas em um som muito bem elaborado, maduro e contagiante me faziam sentir como se realmente estivesse sendo consumida pelos mil sóis da radiação nuclear.

Então baixei o álbum e o toquei incansavelmente enquanto preenchia planilhas de análise vertical e horizontal, até conhecer as letras de cor. Pra quem ainda não entendeu (na verdade esqueci de mencionar), “A Thousand Suns” faz referência à radiação de mil sóis gerada pela explosão nuclear, em uma citação das escrituras hindus. Os títulos das músicas também fazem essa referência “The Radiance”, “Burning in the Skies”.

Pra concluir eu gostaria que você que lendo aprecie o clipe da música “The Catalyst"


Comentem!!!

sábado, 1 de janeiro de 2011

REISTÁRTCHI

Sei que todo mundo já falou, sei que é o assunto do momento e provavelmente você já deve estar de saco cheio desses carinhas, mas eu tenho que falar: QUE MERDA É ESSA CHAMADA REISTÁRTCHI (deveria ser Restart, mas só que as pessoas colocam um maldito sotaque brasileiro na pronúncia que me irrita). Pra começar o nome já me deixa indignada, todas as bandas brasileiras de respeito têm o nome em português, como por exemplo, o Legião Urbana, ou o Sepultura (que canta em inglês, mas o nome assusta as mães em português mesmo!!), mas os malditos colocam uma palavra em “ingrêis” que as pobres fãs sem cérebro não conseguem falar.
Em segundo lugar, como as meninas podem se matar por carinhas tão sem graça? No meu tempo pelo menos as boy bands eram de respeito, com carinhas realmente pegáveis, quem não tem saudades do Backstreet nos bons tempos? Agora tão velhinhos, mas na última década eles eram realmente sexys. Agora, me diz, aonde diabos as garotinhas de hoje em dia vem sensualidade naquele molequinho do olho pequeno e roupas coloridas chamado Pe Lanza? Aliás, isso lá é nome de gente? As gravadoras inventaram essa moda ridícula de nomes-silaba tipo Di Ferrero (urgh!).
Mas o mais ridículo de tudo é com certeza as músicas. Eu não suporto ouvir um refrão tão mal feito como este
E eu vou te esperar
Aonde quer que eu vá
Te levo comigo
Poha, ele vai esperar a mina, ou vai levar ela? E essa porcaria é tocada incansavelmente nas rádios!!!
É incrível como hoje em dia letras sem sentido fazem sucesso!!! Eu tava pensando dia desses como as músicas hoje em dia são egoístas, mas vou deixar este assunto para outro post, imagine como John Lennon, Renato Russo e o maluco beleza Raul estão se contorcendo no túmulo toda vez que uma porcaria dessas produzidas pela indústria fonográfica (Reistártchi, Cine, NX0, Fresno, Fiuk e companhia) toca no rádio. Esses poetas não deveriam morrer!!!

DEUS SALVE O ROCK !!

Aqui vemos um grupo de fãs do Restart aglomerados

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Alienada Cultural

A princípio o nome desse blog seria “Alienada Cultural” porque minha intenção não era ficar tagarelando minhas ideias sem nexo por aí, eu queria fazer um blog onde pudesse dividir minha tristeza por viver em um lugar onde “Cultura” é o nome de um canal de TV, esta, aliás é uma das poucas fontes de cultura. É engraçado ver meus vizinhos se espantarem quando digo que li os três livros da série “O Senhor dos Anéis” e dizerem: “Tem o filme, por que você leu o livro?”
Eu não aguento escutar um deles dizer que o Funk (carioca, pelo amor de Deus) é música! Pra mim,gritar putarias com uma batida forçadamente animada não é música, nunca foi e nunca será.
Outra coisa que simplesmente adoro, mas que aqui parece do outro mundo é arte. Sim, a expressão artística me fascina, mas meus amigos e vizinhos não se interessam, acham chato (claro, é bem mais divertido ir pra Sky, rebolar ao som de um pagode e se insinuar pra um mané com o cabelo escorrendo gel-cola do que ir à um museu).
Bem, vamos acabar com a sessão desabafo, acho que já deu (tenho uma lista de mil motivos pra odiar Morato, e outra de 50 pra amar). O motivo real de eu querer escrever o “Alienada Cultural” era pedir ajuda aos milhares de internautas que perdem tempo lendo blogs para me ajudarem na minha Odisseia em busca de um pouco de cultura. Como? Dando-me dicas de livros, filmes, músicas, exposições, peças e tudo que possa me tornar uma pessoa mais culta. Mas antes devo advertir que dinheiro é sim um problema (quanto aos livros, tenho carteirinhas de várias bibliotecas), mas me valendo da minha condição de estudante a meia-entrada é garantida. A minha localização geográfica também pode atrapalhar, mas com o meu Bilhete Único na mão, vou de Jundiaí a São Paulo numa boa (São Paulo não é a capital cultural do nosso país por acaso, né?).
Bem, acho que vou finalizar este post-desabafo-súplica com essa tirinha da Mafalda que encontrei na internet, eu não gosto de argentinos, mas o Quino é uma exceção, e essa tirinha resume um pouco de como me sinto.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ahh, o trem !

Hi pessoas muito chiques que perdem o tempo lendo o meu blog,

Hoje eu resolvi explicar pra você, pessoa maravilhosa que nunca frequentou um trem da CPTM e reclama do Metrô, você, previlegiado que vai de carro pra todo lado e acha isso horrível "o trânsito de São Paulo é um inferno". Hahaha, desse inferno eu queria fazer parte, porque conheço um bem pior.
Bem vindo ao Horroroso mundo do trem lotado das 6:00!!!
E vou explicar como é a realidade (eu escuto muito rap!!!) dos trens.
E pra começar, vou explicar os "tipos" de trem (se você mora em Morato e tem que vir pra Sampa todo dia pra trampá, estudar ou até se divertir, já manja dos tipos de trem, mas tem gente que não sabe)

1º) O Trem Grande

O trem grande se constitui de vagões maiores, bancos maiores, espacinho do canto menor e sufoco moderado.

Visão frontal
"Visão frontal "
De lado
"De lado"

Dentro
"Dentro"

2º) O Trem Pequeno

O trem pequeno tem vagões pequenos, bancos duplos, espaço no cantinho maior, porém o sufoco é sem igual.
Esse é feio!!
 "Esse é feio!!"
Trem pequeno


Os bancos são azuis!? Eu não sabia...
"Os bancos são azuis!? Eu não sabia..."

3º) O Trem Novo

Sabe aquele trem bonito que os comerciais do Serra e do Alckmin mostram que parece metrô, parece até coisa de primeiro mundo, é, parece, porque as 6:00 da manhã eu chego ter inveja de uma garota do terceiro mundo que ao menos consegue respirar. O problema é que o trem bonitão é uma versão século XXI do trem pequeno, com um pequeno luxo : ar condicionado, acho que por isso eles acharam que não precisavam colocar janelas ( as janelas do maldito não abrem) e aí, lotado como sempre (sempre tem um tiozinho que dá uma de francês!) o negócio fica insuportável, eu nem sei como eu sobrevivo até a Barra Funda, acho que é porque filho de pobre nasce com uma resistência maior à condições desfavoráveis, não sei mas vou fazer um estudo sobre isso, quem sabe eu não ganho um Nobel (háháháháhá).

Trem novo
"Trem novo"
Repara as janelas, sádicas...
"Repara as janelas, sádicas..."
produzido na Espanha
"Detalhe: produzido na Espanha"

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

1º post de um blog inútil

NUT NUT
"NUT NUT"

Ntcha,
Eu resolvi fazer esse blog pra falar O que me vem a cabeça, então não se assuste com possíveis loucuras de minha parte, nasci com um pequeno desequilíbrio psicológico e agora quero compartilhá-lo com vocês.
Fiz este blog porque eu sempre tenho opnião pra tudo, mas sou constantemente ignorada em meus argumentos, o problema é que eu não consigo dizer o que penso da mesma maneira que escrevo, falta persuasão a minha fala. Por isso, aqui, nesse planeta sem censura que é a internet, eu resolvi falar tudo o que aparece dentro dos meus neurônios sem a menor regra de lógica, só pra ter a amável ilusão de que alguém está lendo...