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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Continua inútil depois de um ano...

Olá,

Hoje (atrasado graças à minha excelente banda larga da Oi, que não carregava de jeito nenhum o blog e a uma semana inteira de provas parciais) o “O que em vem a cabeça” está completando um ano!! E apesar de não ser um blog popular, com mais de oito mil visitas como um de certo otaku louco, está de pé, esperando o fim do mundo em 2012.

Primeiramente, eu gostaria de agradecer àqueles que acreditam nessa porra aqui (é, isso mesmo, tipo aqueles “Thank yous” intermináveis do Oscar). Gostaria de agradecer minha mãe, que mesmo não dando a mínima para o quê faço, também não me proíbe de fazer nada. Nada mesmo.
Agradeço também àquela que é minha companheira de aventuras pelo centro de Sampa, minha BFF e atual sócia Polly.
Agradeço aos meus colegas da facu, Angélica, que um dia será diretora das organizações Globo (um poço de ternura), Yago, que será presidente do Banco Central (esse tem o dom para economia), Léo que terá sua própria empresa de publicidade ou uma concorrente de peso da Starbucks (o mais sagaz da turma F) e Bião, da qual não vejo um futuro muito bom (talvez ela se torne sócia de alguma igreja evangélica :-P).
À minha prima querida Stephanni (que provavelmente será o orgulho da família ao contrário de mim).
E por último, mas não menos importante, aos blogueiros Henrique do blog Henrique Abrantes (ele também manja das putarias conhecida como Moratolândia). André do Youkai Soul (um blog bipolar) e ao
Mateus e o Julio
M e Accelerator do Otaku Louco (o blog que tem os reviews mais motherfuckers da blogosfera).
Tenho que confessar que fui bem ingênua quando decidi começar essa bagaça. Pensei que teria muitos comentários, várias discussões, debates controversos, mas o blog não funcionava. Depois de um tempo percebi que não era assim. E fiquei desanimada, sumi. Mas um CD precioso de uma banda maravilhosa chamada Linkin Park e um comentário fofo do M (e a Polly, é claro) me fizeram reassumir essa tarefa ingrata de falar ao vento.

"Todos ama super herói"
Pra mim Spiderman > Batman
Todos ama super-herói

Porém, o nome deste blog não está sendo respeitado. Quando decidi colocar “O quê me vem a cabeça” ao invés de “Alienada Cultural”, minha intenção era falar sobre tudo (e todos), mas assim como no Facebook, fico assustada com as proporções gigantescas que o quê for postado aqui possa ganhar na internet (vai entender as pessoas). Por isso me acanhei um pouco em postar aqui assuntos polêmicos (não, não são mamilos, estou falando sobre religião, opção sexual, preconceito racial) e sobre a minha vida (eu já vivi um tempo razoável e vi coisas que até mesmo ele, o Ilustríssimo senhor Capeta duvida).

Então minha proposta para o “O quê me vem a cabeça” daqui pra frente é torná-lo um blog bem mais pessoal, bem mais essencial, e, se você que lê isso está achando que ficará chato, bem, não posso fazer nada, mas se você quiser acompanhar as aventuras de uma menininha de menos de 1,5 m de altura na universidade e suas memórias mais escrotas, bem, é aqui mesmo que você deve aparecer.

Se quiser discutir a maneira artificial que os jovens da classe média enxergam a vida e como o jovem da periferia é alienado. Se quiser descobrir como vejo Deus, o que penso sobre a sociedade contemporânea e seus valores. Se quiser ler contos e crônicas e possivelmente poemas, ou até ver alguns desenhos (sem técnica). Ou mesmo Ler minhas impressões sobre livros, filmes e CDs (ou até músicas) e tudo mais que minha criatividade (ou falta de bom senso) deixar escapar é aqui, nesse bloguinho sem-vergonha que você poderá clicar!! :-D

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Ignorância tem limite!!

Antes de começar eu gostaria de esclarecer que já tenho quase 20 anos, então as “impurezas” que você ler abaixo são totalmente normais para mim (eu pareço, mas não sou criança). E apesar do doce melado do último post, eu também gosto de falar umas semvergonhices besteiras de vez em quando.

Bem, quando eu estava no ensino médio, um dos meus passatempos favoritos era falar sobre
besteiras
“picantes” com meus amigos. Então sempre que temos a oportunidade de nos vermos (coisa rara depois que saímos da escola), acabamos fazendo uma piadinha de duplo sentido, fazendo perguntas maliciosas, esse tipo de coisa que você sabe (não seja hipócrita!!)

Então estava eu lá no Face (haters gonna hate, and I don’t care!!) quando uma dessas amigas do ensino médio postou esse verso que se não me engano pertence ao Djavan. Conhecendo-a como conheço (desde 1997), sei muito bem que “ler” não é a praia dela. Então comentei fazendo uma piadinha maliciosa, pra recordar os velhos tempos:


*Pingo era o meu apelido na escola.
*Pingo era meu apelido na escola

Leia bem os comentários do Marcio e do Davi e me diga, prezado leitor, se não tenho razão quando digo que vivo numa cidade alienada culturalmente? Tudo bem não saber o que significa “Oh, wait” por ser uma expressão em inglês e ser engraçado por ser um meme (o povo mal fala o português e usa a internet só para acessar o Orkut), mas não saber o que Kama Sutra em pleno século XXI, e, detalhe, de supostos “pegadores” que manjam de putaria, ah, me poupe né? Ignorância tem limite!!!

Aff, depois eu sou a chata nerd, mas viver num lugar onde uma referência simples como esta (que envolve sexo, que eu acho que já vem no DNA brasileiro) vira motivo de surpresa e assombro daqueles que são meus amáveis vizinhos, acho que vocês entenderão meu Karma!!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Dores Crônicas: crônicas by me

Meninos e meninas ohakonbantiwa*,

Esta semana eu estive pensando em escrever algo aqui que pudesse mostrar um lado diferente da minha personalidade (que muitos dos meus amigos não conhecem). O fato de eu escrever num blog mostra o quanto sou apaixonada pelas letras, mas não o suficiente, por isso hoje vou postar uma crônica escrita por mim (preparem-se para vomitar) já que eu adoro escrever e inventar estórias (deprimentes). Se depois de lerem essa porcaria, vocês quiserem me xingar e me convencer de que eu não devo mais tentar fazer isso é para isso que serve os comentários. Se quiserem me agredir pessoalmente, challenge accepted, mas já vou avisando que usarei Kawarimi no jutsu*!

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Era o dia do aniversário dele e ela estava tão ansiosa em vê-lo e abraçá-lo felicitando pelos seus 18 anos que mal havia dormido.

Ao chegar à sala de aula sentou-se na carteira ao lado da dele como costumeiramente fazia e assim que ele se aproximou ela exclamou enérgica:

Feliz aniversário!!

Depois deste discurso decorado ter sido finalmente exposto, foi que ela pôde olhá-lo nos olhos e ver sua expressão pensativa e tristonha, até um pouco angustiada.

O quê houve?- perguntou.

A intimidade adquirida através dos anos de convivência diária deixou-o tranquilo para contá-la o que lhe doía o coração. No dia anterior, ele havia surpreendido sua namorada, sua amada, aos beijos com seu primo, seu melhor amigo. Foi como um golpe traiçoeiro que o fez perder o chão. Enquanto narrava isto sua expressão foi ficando cada vez mais melancólica, seus olhos se enevoaram e uma lágrima escorregou por seu rosto.

Ela, penalizada, mal continha sua própria emoção de vê-lo tão frágil sofrendo, sofria também ao vê-lo sofrer, se aproximou do seu rosto e com o polegar afastou a lágrima.

Neste instante suas emoções a confundiram, e estando ali, tão próxima dele, ela não conseguiu esconder mais seu sentimento e o beijou.

Agora, dois anos após ter se apaixonado por ele e secretamente mantido aquele sentimento com medo de perder o amigo fiel que havia conquistado, seu companheiro de sonhos toscos e leituras inúteis, ela sem querer pôs sua amizade em cheque por não segurar dentro de si aquilo que sentia.

E foi aterrorizada por essa ideia que ela abriu os olhos, esperando ver a raiva e a repulsa nos olhos dele, e o viu tão surpreso e confuso quanto ela, com um olhar perdido buscando resposta nos dela.

Quando ela tentou explicar acordou com seu despertador gritando as seis horas. Emocionada com o sonho que teve lembrou-se mais uma vez de parabenizá-lo durante a aula. Ela não sabia, mas aquele sonho foi a última vez que o viu.



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*LOL, desculpa, mas eu tinha que escrever isto.

Pesquise no Google pra saber do que eu tô falando.


Essa é a garotinha mais tÃmida que conheço (pra quem não vomitou ainda, let's go!)
 (pra quem não vomitou ainda, let's go!)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A Thousand Suns: a thousand feelings

Hi,
Faz um tempo que eu não apareço por aqui, maaaaas eu tenho um bom motivo. Esse motivo é conhecido como universidade, mais precisa, aulas e mais aulas, conteúdo diverso e denso para ser apreendido em apenas quatro meses, um estágio e meu cérebro virando torrada!!

Toda essa confusão só resulta em uma coisa: cansaço. Aí, quando surge no horizonte um fim de semana, eu, diferente de qualquer universitário comum, não vou para o bar ou para a balada. Meu fim de semana se resume a ficar em casa assistindo anime, ou o jogo do Timão (quando passa na tv) e às vezes estudando. “Por que você não estuda o fim de semana todo?” se pergunta o leitor, e eu respondo: “Vai tentar estudar lá em casa...”

Mas voltando ao blog, depois da encorajada que ganhei do amigo M, resolvi retomar essa bagaça. Durante esses três últimos meses tive algumas ideias de posts mas nenhuma vingou pois como foi supracitado, meu cérebro virou uma torrada.

Então, para voltar sem nenhuma pretensão, resolvi falar da droga altamente viciante que tenho consumido nos últimos meses, o CD “A Thousand Suns” do Linkin Park. Quem conhece a banda, acompanhou sua discografia e escutou este CD deve estar perplexo e até mesmo indignado. Calma, pagodeiro, eu explico.

LINKIN PARK - análise ao "A Thousand Suns" -

O que acontece é que, quando surgiu, no começo dos anos 2000, o Linkin Park tinha uma pegada nu metal, com a junção maravilhosa do rock com o hip-hop. O som era agressivo e as letras transbordavam emoções confusas (quase sempre sombrias) de garotos de 20 e poucos anos.

Porém ao longo da discografia eles foram se transformando lentamente em uma espécie de ativistas experimentadores. O som foi amadurecendo e ganhando peculiaridades. “Minutes to Midnight” já não se assemelhava em nada com “Hybrid Theory”, mas houve aqueles que acreditavam na “recuperação” do estilo LP. Doce engano. “A Thousand Suns” chegou como uma “bomba atômica” aos corações daqueles que sonhavam com aquele tempo mais-que-perfeito do início do século (ai que saudades!).

No entanto, minha reação como fã foi completamente contrária. Ao escutar o primeiro single, eu senti a forte diferença, mas aquela música tão desesperada e ao mesmo tempo entusiasmante não saiu da minha mente (God bless us everyone...). Isso foi na época do SWU e eu estava tão animada para ir, conhecê-los, ouvi-los e gritar “Numb”, que essa música só representava mais uma das bests do LP para mim. Entretanto, a grana (como sempre) não ajudou e eu não pude ir à Itu. Só então eu fui conhecer o “novo CD” do Linkin.

Escutei a primeira vez on-line, que emoção!! Tinha algo naquelas músicas que me deixavam entorpecida. Com meu inglês não muito bom (principalmente para entender rap), fui atrás das letras, nova emoção. Toda aquela revolta, melancolia, crítica e até mesmo culpa salpicadas de esperança, envolvidas em um som muito bem elaborado, maduro e contagiante me faziam sentir como se realmente estivesse sendo consumida pelos mil sóis da radiação nuclear.

Então baixei o álbum e o toquei incansavelmente enquanto preenchia planilhas de análise vertical e horizontal, até conhecer as letras de cor. Pra quem ainda não entendeu (na verdade esqueci de mencionar), “A Thousand Suns” faz referência à radiação de mil sóis gerada pela explosão nuclear, em uma citação das escrituras hindus. Os títulos das músicas também fazem essa referência “The Radiance”, “Burning in the Skies”.

Pra concluir eu gostaria que você que lendo aprecie o clipe da música “The Catalyst"


Comentem!!!

sábado, 1 de janeiro de 2011

REISTÁRTCHI

Sei que todo mundo já falou, sei que é o assunto do momento e provavelmente você já deve estar de saco cheio desses carinhas, mas eu tenho que falar: QUE MERDA É ESSA CHAMADA REISTÁRTCHI (deveria ser Restart, mas só que as pessoas colocam um maldito sotaque brasileiro na pronúncia que me irrita). Pra começar o nome já me deixa indignada, todas as bandas brasileiras de respeito têm o nome em português, como por exemplo, o Legião Urbana, ou o Sepultura (que canta em inglês, mas o nome assusta as mães em português mesmo!!), mas os malditos colocam uma palavra em “ingrêis” que as pobres fãs sem cérebro não conseguem falar.
Em segundo lugar, como as meninas podem se matar por carinhas tão sem graça? No meu tempo pelo menos as boy bands eram de respeito, com carinhas realmente pegáveis, quem não tem saudades do Backstreet nos bons tempos? Agora tão velhinhos, mas na última década eles eram realmente sexys. Agora, me diz, aonde diabos as garotinhas de hoje em dia vem sensualidade naquele molequinho do olho pequeno e roupas coloridas chamado Pe Lanza? Aliás, isso lá é nome de gente? As gravadoras inventaram essa moda ridícula de nomes-silaba tipo Di Ferrero (urgh!).
Mas o mais ridículo de tudo é com certeza as músicas. Eu não suporto ouvir um refrão tão mal feito como este
E eu vou te esperar
Aonde quer que eu vá
Te levo comigo
Poha, ele vai esperar a mina, ou vai levar ela? E essa porcaria é tocada incansavelmente nas rádios!!!
É incrível como hoje em dia letras sem sentido fazem sucesso!!! Eu tava pensando dia desses como as músicas hoje em dia são egoístas, mas vou deixar este assunto para outro post, imagine como John Lennon, Renato Russo e o maluco beleza Raul estão se contorcendo no túmulo toda vez que uma porcaria dessas produzidas pela indústria fonográfica (Reistártchi, Cine, NX0, Fresno, Fiuk e companhia) toca no rádio. Esses poetas não deveriam morrer!!!

DEUS SALVE O ROCK !!

Aqui vemos um grupo de fãs do Restart aglomerados

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Alienada Cultural

A princípio o nome desse blog seria “Alienada Cultural” porque minha intenção não era ficar tagarelando minhas ideias sem nexo por aí, eu queria fazer um blog onde pudesse dividir minha tristeza por viver em um lugar onde “Cultura” é o nome de um canal de TV, esta, aliás é uma das poucas fontes de cultura. É engraçado ver meus vizinhos se espantarem quando digo que li os três livros da série “O Senhor dos Anéis” e dizerem: “Tem o filme, por que você leu o livro?”
Eu não aguento escutar um deles dizer que o Funk (carioca, pelo amor de Deus) é música! Pra mim,gritar putarias com uma batida forçadamente animada não é música, nunca foi e nunca será.
Outra coisa que simplesmente adoro, mas que aqui parece do outro mundo é arte. Sim, a expressão artística me fascina, mas meus amigos e vizinhos não se interessam, acham chato (claro, é bem mais divertido ir pra Sky, rebolar ao som de um pagode e se insinuar pra um mané com o cabelo escorrendo gel-cola do que ir à um museu).
Bem, vamos acabar com a sessão desabafo, acho que já deu (tenho uma lista de mil motivos pra odiar Morato, e outra de 50 pra amar). O motivo real de eu querer escrever o “Alienada Cultural” era pedir ajuda aos milhares de internautas que perdem tempo lendo blogs para me ajudarem na minha Odisseia em busca de um pouco de cultura. Como? Dando-me dicas de livros, filmes, músicas, exposições, peças e tudo que possa me tornar uma pessoa mais culta. Mas antes devo advertir que dinheiro é sim um problema (quanto aos livros, tenho carteirinhas de várias bibliotecas), mas me valendo da minha condição de estudante a meia-entrada é garantida. A minha localização geográfica também pode atrapalhar, mas com o meu Bilhete Único na mão, vou de Jundiaí a São Paulo numa boa (São Paulo não é a capital cultural do nosso país por acaso, né?).
Bem, acho que vou finalizar este post-desabafo-súplica com essa tirinha da Mafalda que encontrei na internet, eu não gosto de argentinos, mas o Quino é uma exceção, e essa tirinha resume um pouco de como me sinto.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ahh, o trem !

Hi pessoas muito chiques que perdem o tempo lendo o meu blog,

Hoje eu resolvi explicar pra você, pessoa maravilhosa que nunca frequentou um trem da CPTM e reclama do Metrô, você, previlegiado que vai de carro pra todo lado e acha isso horrível "o trânsito de São Paulo é um inferno". Hahaha, desse inferno eu queria fazer parte, porque conheço um bem pior.
Bem vindo ao Horroroso mundo do trem lotado das 6:00!!!
E vou explicar como é a realidade (eu escuto muito rap!!!) dos trens.
E pra começar, vou explicar os "tipos" de trem (se você mora em Morato e tem que vir pra Sampa todo dia pra trampá, estudar ou até se divertir, já manja dos tipos de trem, mas tem gente que não sabe)

1º) O Trem Grande

O trem grande se constitui de vagões maiores, bancos maiores, espacinho do canto menor e sufoco moderado.

Visão frontal
"Visão frontal "
De lado
"De lado"

Dentro
"Dentro"

2º) O Trem Pequeno

O trem pequeno tem vagões pequenos, bancos duplos, espaço no cantinho maior, porém o sufoco é sem igual.
Esse é feio!!
 "Esse é feio!!"
Trem pequeno


Os bancos são azuis!? Eu não sabia...
"Os bancos são azuis!? Eu não sabia..."

3º) O Trem Novo

Sabe aquele trem bonito que os comerciais do Serra e do Alckmin mostram que parece metrô, parece até coisa de primeiro mundo, é, parece, porque as 6:00 da manhã eu chego ter inveja de uma garota do terceiro mundo que ao menos consegue respirar. O problema é que o trem bonitão é uma versão século XXI do trem pequeno, com um pequeno luxo : ar condicionado, acho que por isso eles acharam que não precisavam colocar janelas ( as janelas do maldito não abrem) e aí, lotado como sempre (sempre tem um tiozinho que dá uma de francês!) o negócio fica insuportável, eu nem sei como eu sobrevivo até a Barra Funda, acho que é porque filho de pobre nasce com uma resistência maior à condições desfavoráveis, não sei mas vou fazer um estudo sobre isso, quem sabe eu não ganho um Nobel (háháháháhá).

Trem novo
"Trem novo"
Repara as janelas, sádicas...
"Repara as janelas, sádicas..."
produzido na Espanha
"Detalhe: produzido na Espanha"